Puta merda! Hoje dei mole de novo!
Pessoal do alto escalão passou por aqui chamando o povo pra almoçar junto. Aceitei sem nem pensar e em menos de 10 minutos já tinha me arrependido.
Assim que me dei conta da merda que eu tinha feito, lembrei daquela situaçãozinha básica narrada por mim neste post.
Mas dessa vez foi bem diferente. Além da minha folha de pagamento ser a menor dos presentes [Calma aí, antes que você diga que eu sou pão duro, que pense que tô reclamando porque a conta saiu pesada porque todo mundo que ganha mais que eu pediu várias paradas caras, pára! Eu não sou pão duro! Não me importo em pagar caro – comendo bem, óbvio, porque não sou pão duro mas também não sou otário –, só que isso é uma questão de segregação social. De verdade! As pessoas têm outra vida, gostam de outras coisas, falam de outros assuntos... e você fica na merda!]
Bom, “dizia eu que a aritmética”...
Além dessa segregação social que me rodeava, havia dois agravantes relevantes: percebi que eu era o mais novo presente e o único homem da mesa (biologicamente falando, havia outro da mesma espécie, mas se focarmos o ponto de vista da opção sexual, eu era o único homem sim!).
Assim que constatei a situação, fiquei irado com a rapaziada que disse que ia almoçar, desistiu e não me avisou! Tão irado que não me vinha à mente nenhuma desculpa, por mais esdrúxula que fosse, para meter o pé.
Enfim... decidi encarar a batalha e fui passar horas ouvindo conversas sobre roupas femininas, tipos de saladas, os melhores sabores de cheesecake, bloquinhos de carnaval infantis, preparativos de casamento, etc...
Nunca comi cheesecake (não quero comer e tenho raiva de quem come!), não suporto salada, roupa feminina só é bom se for pra tirar e ainda falta muito pra eu me casar, e muito mais pra ter um boneco (assim espero)!!!
Mas o pior é que, geralmente, em lugar caro só tem gente bonita, né. E lá não fugia à regra. Até as atendentes eram gatas. Gatíssimas, por sinal. A recepcionista era fenomenal! E cada vez que eu dava um olhar mais fdp (você que é homem – de verdade – sabe do que eu estou falando), alguém me fuzilava com um olhar de reprovação. QUE MERDA!
Não bastasse tudo isso, ainda acho que uma garçonete me deu um certo mole. “Ah, valeu, picão!”, você deve estar pensando (ok, eu também pensaria assim), mas é sério. Não tô falando que ela estava me dando mole, nem que eu ia pegar, mas eu nunca vou saber! Porque, do jeito que a coisa tava, não tinha como nem eu tentar levar um fora pra tirar a dúvida.
Enfim, mais um post dedicado a esse assunto. Mais um almoço de sexta tomando uma cervejinha e falando um monte de merdas masculinas foi desperdiçado. Espero não cair mais nesse erro, ou podem me chamar de burro e me mandar i pá porra!

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